terça-feira, 18 de outubro de 2011

Meu simples Parabéns!!!

Ainda acho muito engraçado como as pessoas aparecem na nossa vida. Aliás, o melhor não é como aparecem e sim como elas tomam importância, pois essa pessoinha de quem vou falar já tinha aparecido, estudado na mesma sala e não me fazia a menor diferença, além do fato de chamá-lo de Tiririca como todos da classe.

O colegial simplesmente terminou sem a gente sequer ter uma conversa que passasse de um cordial: “Oi, tudo bem?”. Então você me pergunta o porquê de eu fazer um texto para ele né? Se ele nem me dava moral lá no Colégio Atenas em Paracatu-MG. Pois é, as coisas são engraçadas. Ele é demolay, meu irmão também, além do meu pai ser maçom e daí surgiu a amizade (não sei exatamente como foi, por isso estou narrando assim. E o texto é meu né? Então está de boa).

Mas não foi somente isso. Depois da burrada que ele cometeu me colocando em uma conversa virtual para defendê-lo e eu acabei ficando contra ele, ficamos super amigos, um dos melhores (mas ele nunca irá admitir). E assim começa a importância dele pra mim.

Agora ele participa de tudo, ele mete o bedelho em tudo, ele dá palpite e conselho errado. Ele me induz ao erro, por achar que entende o que os homens pensam e eu sempre me lasco. A gente torce e sofre junto (mesmo separado) pelo Cruzeiro. E o mais essencial, ele nunca está ao meu favor, mas é amigo, é companheiro de farra, é um primo incrível e outros adjetivos mais que não cabem aqui, senão o ego não vai caber dentro dele.

O que eu quis dizer com esse tanto de besteira? É que, Edvaldo Guimarães Junior, você já se tornou essencial em minha vida e imaginá-la sem sua “tontura” é impossível. E hoje, especialmente hoje, eu quero te desejar felicidades em dobro. Primeiro por estar ficando mais velho que eu ,novamente (sem contar que está entrando em uma idade crítica, de decisão né? 24 aninhos rs) e também por ter nascido justamente no dia que se comemora o Dia da sua futura profissão, MÉDICO.

Primo, desejar felicidade para você é redundante, é chato, mas necessário, pois nunca é demais. Mas muito além disso, eu lhe desejo amor para compartilhar, luz para iluminar todos ao seu redor, flores para ofertar a quem merece, tombos e feridas para cicatrizar e te fazer aprender com os erros, som para curtir com os amigos, e acima de tudo muita vida para poder estar sempre comigo. O resto fica por sua conta.

E que em sua futura profissão você seja o melhor, enriqueça e dê muitos presentes para o seus futuros afilhados (meus filhos) =)

PARABÉNS!!! E FELIZ DIA DO MÉDICO!

Te amo sempre e irei sentir muito a sua falta, pois mesmo nos vendo pouco, ainda nos vemos umas três vezes ao ano, e agora vai demorar um cadim, mas você está sempre comigo. =)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Conhecer e Reconhecer!

Música: Tudo no Olhar - Marcos e Belutti


Reconhecimento. Ela aprendeu essa palavra no sentido prático, afinal eles já se conheciam, mas não se lembravam, então era como conhecer de novo. É engraçado ouvir histórias da infância, em que tiveram em comum, entretanto apagaram um ao outro da memória. Parece que foi proposital, que se ofenderam algum dia e decidiram não mais saber um do outro. E se foi isso e não se recordam? Se for, o destino arrumou um jeito de fazê-los se reconciliarem de alguma forma.

Coisas acontecem despretensiosamente, ela recebe um convite de um amigo, ele está sempre na casa de Rodrigo. Encontro que monta uma nova história. E depois dizem que a cerveja não une corações, ou pelo menos corpos e mentes (insanas, mas pensantes e pulsantes). Se não fosse esse elixir dos deuses (exaltar a cevada nessa história parece essencial) eles nem saberiam que um dia moraram na mesma rua e até mesmo nem se tocariam.

Não que resistir a ele era uma coisa difícil, naquele momento seria até razoavelmente aceitável, afinal sua atenção estava voltada para outro e ele empolgado porque uma tal elogiara seu cabelo. A atração foi inevitável, primeiro pelos assuntos, depois pelas lembranças borradas e no fim pelo desejo incontrolável de se beijarem.

“Naquela altura do campeonato”, não se tinha certeza quem era quem. Nos braços um do outro pareciam tão intimamente amigos, anos de convivência, conhecimento ínfimo da vida alheia. O colchão incomodava, não era próprio, mas o que de fato era próprio naquele instante? Nada era necessário além das carícias, das ideias trocadas e do calor, aquele calor que queimava sem qualquer fogo por perto.

Era inevitável que aquele momento acabasse, por mais que o desejo de ambos fosse que o tempo desse um jeitinho de parar, congelar todos do lado de fora e que somente o toque de seus corpos fossem o movimento permitido. Entretanto foi impossível. Acabou, fim da noite, hora de partir.

Se foram, depois de uma noite memorável, mas não é pra acabar assim e não vai acabar assim. Afinal a tecnologia está ai para unir as pessoas. Mesmo em cidades diferentes (não se fez necessária essa lembrança naquele momento), eles se gostavam, de alguma maneira estavam curtindo tudo aquilo. Se é verdadeiro? Os dois céticos custam a acreditar, mas a proximidade (mesmo longe) os prova que é real e se querem.

Todos os dias eles se falam, todos os dias eles sentem falta. Riem, se preocupam, compartilham momentos, e fazem ciúmes. O fim da história ninguém sabe ainda, mas não custa nada acompanhar. Ela suspira daqui enquanto ele se mostra interessado de lá. E assim vão se gostando até poderem se ter ou que se tornem apenas amigos.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Formada!!!

É... só quem vive pra saber...
Só quem espera tanto tempo para ter ideia do que é o valor dessa conquista..
Há todos que contribuirão meu muito obrigada!
Estou muito feliz!!!





segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Enfim... Jornalista Diplomada!

Foram cinco anos... Cinco corridos e ao mesmo tempo tão arrastados anos. Hoje o frio corrói o meu estômago de tão nervosa que eu estou com a entrega do tão sonhado Diploma. Alguns dirão que é apenas um canudo de um curso que mal é reconhecido, de uma profissão que qualquer um, mesmo sem os anos acadêmicos, poderá exercer. Entretanto afirmo que ele pode não ser essencial, mas é a minha conquista.

Dizer que foram noites sem dormir para estudar ou “botecar” para trocar idéias com loucos, ops, professores, se torna completamente redundante, todos dizem e todos vivem. Mas garanto que com a intensidade que pude sentir, nenhum chegou perto. A minha faculdade foi muito além das cadeiras, lousas e apostilas. Fui à campo, fotografei, fui picada por mucuins, chorei, refiz trabalhos, tirei zero, odiei colegas, fui eu em todo esse tempo.

E pensar que tudo começou com uma TV pequena, de uma cidade de 100 mil habitantes, um estágio que era para durar uma semana, virou a minha vida de pernas pro ar. Sou grata a todos esses, que mesmo em sua rusticidade me ensinou a paixão pelo jornalismo, que só sabiam por prática. Eucária, Lilian, João Paulo, Ailton, Ruiter, Ana Paula, Rosangela e tantos outros que passaram por lá.

O despertar pelo “periodismo” me fez chegar até Uberaba que me trouxe pessoas eternas como Angelly, Josuá, Saulo, André, Marcos, publicitários com Eliane, Paulo, Gisele, Elpides e tantos outros. Não podendo esquecer que o Ferreirão, vulgo Carandirú, faz parte de toda essa trajetória, com pérolas como Heráclio, Alóisio, Renata (bolacha), Renata (biscoito), Tiago, Matheus, Marcelo, Leo, Guilherme e todos os seus detentos.

Quando zarpei para terras tucujus só imaginava o que não iria mais ver a civilização (rs). Lá eles me ensinaram que Jornalismo Ambiental era importante. Não posso mentir, foram os anos mais essenciais da minha vida. Ellen, Alexandre, Pérola, Silvio, Aog, Sue Anne, Thainá, Ewerton, Giordana, Haretuza, Flavia e mais alguns doidos e intensos amigos, piratas ou mero mortais que me fizeram crescer. E até mesmo o companheiro da época, Dirlei.

Mais mudanças, mais loucuras, mais um ano alongando a faculdade, e Uberlândia foi o último destino dessa viagem que é a Academia. É aqui que subo no pódio, apoiada por nada mais, nada menos que um mar de gente: jornalistas, arquitetos, desenhistas, advogados, engenheiros, psicólogos, vagabundos e acima de tudo, beberrões. Mas em destaque coloco uma pessoa que sem dúvidas foi (e é) meu maior alicerce aqui, Claudia Salgado. Não que os outros não mereçam ser citados, mas é que aqui foi o lugar que mais me identifiquei com a profissão e mais amigos, colegas e contatos profissionais fiz, por isso em nome dessa que é minha amiga em todos os momentos, exalto as relações que tenho nesse “Berlândia”. (Só pra constar que em meu coração tem um espacinho todo especial para o Chicão e a Aleixo... Sem contar no profundo agradecimento que tenho ao meu grupo de TCC: Alberto, Fernanda, Ruth e Ivânia, e aos meus orientadores: Sérgio - fã demais dele -, Paulo Henrique e Flávio)

Jamais esqueceria aqueles que mesmo de longe, não morando em nenhuma dessas cidades que estive, que estudei, estavam comigo há todo momento. Colegas de Ensino Médio, amigos de uma vida inteira. Mayra, Caroline, Nayane, Ed Junior, todos do Sofarras, a galera do colégio Atenas, as tias (mães dos meus colegas), primos de maçonaria e acima de tudo o meu melhor amigo de todas as horas, sejam elas boas ou ruins, com quem partilhei a escolha de largar o Direito para fazer Jornalismo, Diego.

E deixei para o fim o que de fato é o mais importante em toda essa minha caminhada. Que não só viabilizaram meus estudos, minhas farras, meus trabalhos, minhas alegrias, mas também foi pulso forte para me mostrar o caminho correto.

Que através dos meus avós, tios, primos, e irmãos, aprenderam que me apoiar era necessário e que confiar no meu talento era inevitável. Eles que são minha base e meu exemplo. Claudinei e Amália, o elo mais sublime de um amor imperfeito, mas incondicional. (Enfatizo o amor q tenho também pelos meus irmãos, Mariana e Ivan)

Deixar de destacar os meus padrinhos Claudio e Mara é algo impossível, pois me deram o apoio que necessitei ao vir pra Uberlândia. E aos meus primos, que mesmo topando tão pouco, estão comigo todos os dias, Bruno e Rafaela.

Não há palavras para agradecer, não há choros que completem meus sentimentos. Quanta coisa abdiquei para estar aqui? Quantos namorados perdi, beijos que não dei e amigos que ganhei? Inúmeros, incalculáveis, invejáveis. E no fim, faria tudo outra vez, pois uma bela história tem muitos tropeços e escolhas. As minhas me levaram ao que eu sou hoje.

Simplesmente OBRIGADA!

Hoje sou JORNALISTA FORMADA!!!


sexta-feira, 27 de maio de 2011

Eu e ele... por Tati Bernardi



"Eles se amam. Todo mundo sabe mas ninguém acredita. Não conseguem ficar juntos. Simples. Complexo. Quase impossivel. Ele continua vivendo sua vidinha idealizada e ela continua idealizando sua vidinha. Alguns dizem que isso jamais daria certo. Outros dizem que foram feitos um para o outro. Eles preferem não dizer nada. Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas. Ela quer atitudes, ele quer ela. Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa nela. E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior do que os outros. Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz. Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos. É fácil porque os dias passam rápidos demais, é dificil porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles. E todos os dias eles se perguntam o que fazer. E imaginam os abraços, as noites com dores nas costas esquecidas pelo primeiro sorriso do outro. E que no momento certo se reencontrem e que nada, nada seja por acaso."



(texto de Tati Bernardi)